Monthly Archives: August 2011

hospital de urgências

Vontade de ter o que dizer só pra poder sobreviver, um impulso qualquer de idéia e vontade que mantenha essa centelha acesa, de alguma maneira. Não quero esvanecer e o vazio da mente e do coração beira o abismo em … Continue reading

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restos

Então, sobrou. Sabe aquilo que “sobra” do que a gente pretendia? Que fica ali na nossa casa, na nossa cama, no sonho, um “pelinho” no prato do café da manhã? Então. Cê sobrou no tempo que lhe correspondia na minha … Continue reading

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despedida(s)

Além do vazio quase absoluto dos que se mantêm vivos diante da morte – além da reflexão sobre “o que é a vida”: afinal, lutaremos tanto mesmo tendo como único inevitável a morte – há algo de bonito em ver … Continue reading

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disritmia

O medo da solidão, a solidão de fato. O corpo dilacerado pelo desejo de outro, outra coisa que me mova outro sentimento, que possa se traduzir sem nenhum intermédio tecnológico. “O amor não serve para nos faazer felizes, mas para … Continue reading

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agostos

Na diluição dos dias, das horas, das lágrimas alheias e do álcool (que à tudo cura), vejo a vida e as certezas se esvaírem. Tudo se dissolve num misto de êxtase e incerteza, numa potência contida de amor, numa vontade … Continue reading

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